Linha de trabalho · 03

Aprendizagem experiencial em escala institucional

As universidades já conhecem os desafios, projetos, casos, estágios, ApS, COIL e hackathons. A dificuldade está em convertê-los num sistema institucional coerente, comparável e sustentável.

Como convertemos o mundo real em parte estrutural do currículo?
A pergunta institucional que esta linha responde

A lacuna: experiências isoladas vs. sistema institucional

A diferença entre realizar experiências isoladas e construir um sistema institucional de aprendizagem experiencial é a diferença entre anedota e estratégia. As instituições que procuram escalar enfrentam os mesmos obstáculos:

  • Coerência entre cursos e disciplinas.
  • Profundidade cognitiva e qualidade comparável.
  • Envolvimento real de empresas e organizações do meio.
  • Adoção docente para além dos entusiastas iniciais.
  • Avaliação consistente e sustentabilidade operativa.
  • Dados sobre resultados e alinhamento com o modelo educativo.

Desenhar o sistema, não apenas a experiência

Escalar aprendizagem experiencial exige trabalhar as três camadas: decisão estratégica sobre o papel do mundo real no modelo educativo (macro), estruturas curriculares, interdisciplinares e de avaliação que o sustentam (meso), e desenho pedagógico de cada desafio, projeto ou estágio com papéis, feedback e reflexão (micro).

Vínculo universidade–empresa

As empresas participam quando encontram valor real: talento observável, desafios relevantes e processos simples. Desenho mecanismos de vínculo que convertem a relação com o meio numa fonte permanente de experiências de aprendizagem e de evidências de empregabilidade.

Execução tecnológica

Esta linha é executada através da BeChallenge, a plataforma que fundei para operar aprendizagem experiencial em escala: mais de 100.000 estudantes, 7.500 docentes e 30 instituições na Europa, América Latina e África.